Pessoas sem humor são como prados sem flores.
Uma névoa flutua sobre os prados.
No Quénia, um cato chamado opúncia, também conhecido como figueira-da-índia, está a propagar-se, destruindo milhares de acres de prados e deixando doentes os animais que o comem.
O ar ao fundo da estrada parecia agitar-se e dançar sobre a poeira calcária branca; enquanto todas as folhas das árvores e a erva dos prados descaíam com o calor do sol.
A marmota pode ser encontrada em todas as partes da região que se estende da costa atlântica em direção ao oeste até o Missúri, Iowa e Minesota. Ela habita bosques, pradarias e prados, alimenta-se de raízes, legumes e ervas e gosta especialmente de trevo-violeta. As suas tocas são grandes escavações e, no início do outono, ela ocupa-se em armazenar provisões para o seu longo retiro invernal.
Estes prados são de facto cortados uma vez por ano para impedir que as plantas invasoras e a vegetação lenhosa se instalem.
Os prados cobrem cerca de 30% dos territórios sem gelo da Terra e representam 70% das suas terras agrícolas. Mas a degradação do solo, agravada pela elevada procura de carne e lacticínios, afeta cerca de 70% das pastagens.
Muitos cientistas ao redor do mundo pensam que as emissões de gases derivados de combustíveis fósseis como o petróleo e o carvão contribuem para o aquecimento global. Segundo eles, uma forma de reduzir o problema é contrabalançando naturalmente as emissões de dióxido de carbono com a plantação de árvores e a proteção dos prados.
Os bombeiros estão a esforçar-se por controlar um grande incêndio de ervas 200 quilómetros a oeste de Dalas. O fogo já enegreceu 800.960 hectares de prados. Na semana passada, incêndios semelhantes destruíram duas pequenas cidades e carbonizaram pastagens e prados nos vizinhos Novo México e Oclaoma, bem como no Texas.