Quando largados na água, iões de prata, que são átomos com carga elétrica, são libertados para purificar a água.
É o primeiro helicóptero totalmente elétrico de rotor único que obtém energia de dois conjuntos de baterias de iões de lítio.
Por enquanto, a ESA está a considerar a utilização de um braço robótico, um arpão, um feixe de iões e agora talvez este método recentemente testado com rede de pesca.
A solução eletrolítica de uma bateria de iões de lítio está concebida para produzir um fluxo de cargas eléctricas entre o cátodo e o ânodo.
Este elemento, considerado radioativo e classificado como metal, é produzido artificialmente através do bombardeamento de átomos de amerício-243—um isótopo do elemento amerício (Am)—com iões de um isótopo raro, o cálcio-48, utilizando um aparelho chamado ciclotrão.
No hipertiroidismo, ou atividade excessiva da glândula tiroide, a glândula remove iões de iodeto da corrente sanguínea mais rapidamente do que o normal.
Os cientistas utilizaram diferentes tipos de átomos nas suas experiências. A equipa americana utilizou raios lêiser para teletransportar as propriedades de um átomo de berílio, um tipo de metal. A equipa da Áustria utilizou um átomo de cálcio. Todos os átomos eram iões. Isto significa que tinham carga elétrica.
Os cientistas queriam ver como estas larvas em desenvolvimento estavam a ser afetadas pelo aumento da acidez da água do oceano causado pelo excesso de dióxido de carbono na atmosfera. Whitman Miller — cientista ambiental e ecologista do centro de investigação Smithsoniano — afirma que os oceanos absorvem normalmente cerca de metade do dióxido de carbono produzido pelos seres vivos. Mas quando um excesso de CO₂ é lançado na atmosfera e se dissolve na água do mar, isso contribui para uma acidificação, ou seja, uma diminuição do pH dos oceanos. Um subproduto desse processo — o ácido carbónico — converte-se rapidamente em iões de carbonato e bicarbonato, que, segundo Miller, são corrosivos para as conchas de carbonato de cálcio das ostras e de outras espécies marinhas.
Os pesquisadores perguntaram-se se seria possível capturar essa carga elétrica à medida que ela se movia através da membrana que separa a água doce da salgada. Eles conseguiram-no criando duas membranas minúsculas, com apenas três átomos de espessura, feitas de bissulfureto de molibdénio, que é abundante e fácil de produzir. Em seguida, eles fizeram um pequeno orifício nas membranas e deixaram que a osmose tomasse conta do processo, empurrando os iões de sal eletricamente carregados através deste nanoporo.